Veja as principais notícias no MODO STORIES
MPF cobra julgamento da Marinha por ofensas ao legado de João Cândido
Viana cobra PF após troca em investigação que mira Lulinha
Azure Striker Gunvolt 3 e mais jogos para Switch com até 90% OFF na eShop
Justiça condena ex-procurador, ex-secretário e empresário por desvio de R$ 7 milhões dos cofres públicos de MT
Antidepressivos na gravidez e autismo: estudo questiona relação
Dólar sobe a R$ 5,06, e bolsa cai com tensão global e ruído político
Kim Kardashian mostra aniversário de 7 anos do filho com tema “Pokémon”
Moraes vota para tornar réus acusados de obstrução no caso Marielle
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Viana cobra PF após troca em investigação que mira Lulinha


O senador Carlos Viana (PSD-MG) enviou um ofício nesta sexta-feira (15) para o Diretor-Geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, questionando a troca da coordenação responsável pelos inquéritos sobre as fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

As mudanças ocorreram principalmente no setor de fraudes previdenciárias para a Cinq, a Coordenação de Inquéritos que tramitam nos tribunais superiores, responsável por pedir a quebra de sigilos de Fábio Luís Lula da Silva – o Lulinha –, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em vídeo compartilhado em suas redes, o senador que presidiu a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS afirma que “não pode haver qualquer interferência política em uma investigação tão importante para o Brasil”.

Os inquéritos do INSS começaram na Justiça Federal dos estados, mas subiram ao STF (Supremo Tribunal Federal) por conexões com políticos com foro privilegiado e estão sob relatoria do ministro André Mendonça.

Em meio à mudança, um dos delegados responsáveis pelo caso, chefe da divisão de combate a crimes previdenciários, saiu do cargo. Procurada, a PF esclareceu que ele continua auxiliando nos trabalhos. Fontes dizem à reportagem que o delegado foi quem pediu a mudança e remoção para Minas Gerais, seu estado natal.

“Porque o delegado que acompanha desde o início, tem uma investigação bem estruturada, que envolve o filho do presidente da República, por que ele não vai continuar? É um desejo pessoal ou é uma decisão interna da Polícia Federal?”, disse Viana.

Os demais delegados do caso continuam, na nova coordenação, mas ainda sob comando da mesma diretoria, a Dicor (Diretoria de Combate ao Crime Organizado e à Corrupção).

Lulinha na CPMI

Durante as sessões da comissão destinada às fraudes em pagamentos de aposentadorias, Lulinha foi mencionado em pedidos de quebra de sigilo bancário e em requerimentos de convocação para oitivas.

O relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), chegou a pedir, em seu parecer final, a prisão preventiva do empresário e filho mais velho do presidente da República. O relatório, no entanto, foi rejeitado pelos parlamentares.

Gaspar justificou o pedido de prisão preventiva ao citar a saída de Lulinha do Brasil para a Espanha. O parlamentar alega que o fato “compromete a incidência da lei penal e frustra a aplicação do ordenamento jurídico”.

A votação para quebra de sigilo de Lulinha chegou ao Supremo após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), manter o resultado em plenário. Posteriormente, o ministro Flávio Dino anulou a decisão por considerar inválidas as votações de requerimentos “em bloco”.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News