O problema é o que acontece quando alguém se infecta. Depois de uma a oito semanas em silêncio, o quadro começa parecido com uma gripe forte: febre, dor no corpo, dor de cabeça, às vezes náusea e vômito. Em poucos dias, porém, pode evoluir rapidamente para falta de ar, queda de pressão e falência cardíaca e pulmonar: a chamada síndrome cardiopulmonar por hantavírus. Não existe remédio antiviral específico, e a vacina disponível em alguns países (como a Coreia do Sul) não cobre as variantes que circulam nas Américas. O tratamento é de suporte, em UTI, com oxigênio, ventilação mecânica e medicações para sustentar a circulação.
Da Antártida a Minas Gerais: por que o hantavírus importa muito mais do que parece ao Brasil










