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OpenAI lança Daybreak, serviço que acha e corrige brechas em sistemas


A empresa de inteligência artificial (IA) OpenAI apresentou nesta segunda-feira (11) uma nova plataforma de cibersegurança. É a Daybreak, uma iniciativa de proteção digital para empresas que ajuda a detectar e sanar vulnerabilidades antes que elas sejam usadas em crimes virtuais.

A ferramenta se assemelha a um projeto similar apresentado pela rival Anthropic: o Glasswing, que faz o mesmo serviço de busca, apontamento e sugestão de correções em brechas que eventualmente poderiam ser exploradas por agentes mal intencionados.

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O Daybreak é capaz de atuar junto a profissionais de cibersegurança de uma companhia para analisar diferentes bases de código inteiras e, após fazer a identificação dos problemas e sugerir formas de correção, ainda pode validar as correções a partir de novos testes.

Ao contrário da dona do Claude, que aposta no supostamente poderoso modelo de linguagem Mythos, a OpenAI usa no Daybreak a combinação de modelos já existentes da empresa junto das capacidades agênticas do Codex, que é a plataforma de programação da marca, e outros parceiros de cibersegurança.

Nas próximas semanas, a OpenAI prometeu que vai apresentar novos modelos de cibersegurança que serão incorporados ao Daybreak, que já tem clientes públicos e da indústria confirmados. Companhias como Oracle, Cisco, Cloudflare e CrowdStrike participaram em algum momento do projeto e podem colaborar ou até serem clientes da iniciativa.

Como o Daybreak acha e arruma bugs e brechas

  • Ao serem aplicados em um repositório, os modelos da OpenAI vasculham a estrutura do código em um ambiente de testes controlado e privado;
  • O serviço busca os “caminhos realistas de ataque” e ameaças consideradas de maior impacto, para que você priorize vulnerabilidades mais graves;
  • Após a correção, você pode estabelecer agentes que farão o monitoramento automático dessas brechas, inclusive para verificar se alguma tentativa de invasão foi realizada;
  • O modelo de linguagem GPT-5.5 será usado por padrão, mas os clientes corporativos também poderão adotar as variantes GPT-5.5 with Trusted Access for Cyber (que tem barreiras mais precisas de atuação) e o GPT-5.5-Cyber, que é ainda mais especializado em testes de penetração e validação;

Como funciona a nova divisão da OpenAI focada em ajudar empresas a implementares sistemas automatizados? Saiba mais sobre o tema nesta matéria!



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