Uma organização criminosa investigada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) movimentou, em um ano, cerca de R$ 2,8 milhões em atividades ilegais em Mato Grosso e Goiás. Segundo o Gaeco, os recursos usados para financiar o grupo tinham origem no tráfico de drogas, cobrança de taxas internas da facção, golpes virtuais, apostas em plataformas online e jogos de azar.

