Milhares de pessoas se manifestaram em Madri nesta sexta-feira (1º) para marcar o dia do trabalhador, marchando da Gran Via até a Plaza España para exigir salários mais altos, moradia acessível e maior proteção trabalhista.
Os manifestantes se reuniram sob a bandeira “Direitos, não trincheiras”, enquanto os sindicatos alertavam que o aumento do custo de vida, a estagnação dos salários e o agravamento da crise habitacional estavam corroendo a coesão social e os padrões democráticos.
Além das queixas econômicas, os manifestantes protestaram contra as guerras no Oriente Médio e o aumento dos gastos militares, afirmando que os trabalhadores não deveriam pagar o preço, por meio de cortes sociais, por conflitos promovidos por líderes globais, incluindo o presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
“Todos os setores têm problemas. O sistema educacional sofre com graves déficits de financiamento e precisamos de melhores condições para todos”, disse Jesús Escribano, membro da maior central sindical da Espanha, a Confederação das Comissões Operárias (CCOO), durante o protesto.











