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Piada de Kimmel testa novo CEO da Disney em meio à tensão com Casa Branca


Uma piada do apresentador de talk show Jimmy Kimmel, que provocou pedidos da Casa Branca para que a rede de TV ABC demitisse o comediante, desencadeou a primeira crise enfrentada pelo novo presidente-executivo da Walt Disney, Josh D’Amaro.

Na quinta-feira (23), Kimmel, cujo programa de TV noturno é transmitido pela ABC, da Disney, fez uma piada sobre o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, dizendo que a primeira-dama Melania Trump tinha “um brilho de uma futura viúva”.

A piada foi feita três dias antes do jantar de gala, que celebra a liberdade de imprensa e de expressão, em Washington, nos Estados Unidos. O presidente e a primeira-dama chegaram a ser retirados às pressas do jantar após uma tentativa de assassinato.

Trump pediu na segunda-feira (27) que a ABC demitisse Kimmel, no mais recente incidente em que a Casa Branca tem se oposto à liberdade de expressão, o que repercutiu no mundo da comédia.

Durante monólogo no programa de segunda-feira (27), Kimmel disse que a piada havia sido mal interpretada e não era um “apelo ao assassinato”, mas um comentário sobre a diferença de idade entre Trump, que completará 80 anos em junho, e a esposa dele, que fez 56 anos este mês.

Steven Cheung, assistente do presidente e diretor de comunicações da Casa Branca, acusou Kimmel, em um post no X, de “fazer uma piada nojenta sobre o assassinato do presidente” e de “insistir na piada ao invés de fazer a coisa decente e pedir desculpas”.

A FCC deve ordenar, ainda nesta segunda (28), a revisão das licenças das oito emissoras ABC de propriedade da Disney, segundo uma fonte à Reuters.

D’Amaro, que se tornou presidente-executivo da Disney em março, deve decidir como responder à crescente pressão da Casa Branca para demitir Kimmel.

Um porta-voz da Disney não pôde ser contatado para comentar sobre Kimmel.

A ABC é regulamentada pela Comissão Federal de Comunicações, que emite licenças de transmissão para emissoras afiliadas. O presidente da FCC, Brendan Carr, disse à Reuters no mês passado que estava considerando antecipar as revisões, que não estão programadas até outubro de 2028.

Em setembro de 2025, o chefe da FCC pressionou as emissoras a tirarem Kimmel do ar. A ABC suspendeu brevemente o programa de Kimmel naquele mês devido aos comentários que ele fez sobre o assassinato do ativista conservador Charlie Kirk.



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