A forte chuva desta segunda-feira (27) alagou uma rua do bairro Santa Cruz, na descida da Prainha, em Chapada dos Guimarães, a 65 km de Cuiabá. Uma motorista gravou a situação enquanto passava pelo local e mostrou veículos cruzando a via coberta pela água.
No vídeo, a moradora ironiza o cenário e afirma que “já dava até para passar de canoa” pela rua. As imagens circularam nas redes sociais e chamaram atenção para um problema frequente nos períodos chuvosos do município turístico de Mato Grosso.
Mesmo com a água avançando, motoristas continuaram trafegando pela via durante a gravação. A travessia em áreas alagadas aumenta o risco de acidentes, esconde buracos e pode causar pane mecânica.
Chapada dos Guimarães segue sob alerta de chuva e queda de temperatura
Além do alagamento no bairro Santa Cruz, Chapada dos Guimarães permanece sob alerta para chuvas intensas e queda nas temperaturas nos próximos dias. O aviso exige atenção redobrada de moradores, comerciantes e turistas.
Autoridades orientam a população a evitar áreas de enxurrada, ruas baixas, encostas e regiões com histórico de alagamento. Em caso de raios, ventania ou grande volume de água, moradores devem buscar abrigo seguro e adiar deslocamentos.
Chapada recebe visitantes durante todo o ano e concentra atrativos naturais. Em períodos de chuva forte, trilhas, cachoeiras e estradas vicinais apresentam riscos como deslizamentos, queda de árvores e pistas escorregadias.
Problema antigo cobra soluções de drenagem urbana
Moradores convivem há anos com o acúmulo de água em alguns pontos da cidade. Em épocas chuvosas, ruas sem drenagem eficiente ou com bocas de lobo entupidas registram novos alagamentos e travam o trânsito local.
Especialistas defendem limpeza preventiva, manutenção da rede pluvial e obras de infraestrutura para reduzir impactos. O descarte irregular de lixo também bloqueia galerias e impede o escoamento correto da água da chuva.
Reduza a velocidade, evite atravessar e procure rota segura.
Pode sim, principalmente motor, parte elétrica e interior.
Acione a prefeitura, ouvidoria municipal ou Defesa Civil local.











