Em nota, à época, a defesa de Eroaldo de Oliveira, Ana Paula Parizotto e Tatiana Gracielle Bassan, disse que os cargos devidamente ocupados pelos mesmos à época dos fatos eram de consultor executivo, superintendente administrativa e financeira e chefe de núcleo, não exercendo funções diretivas, insurgindo-se contra os cargos de “CEO” e, ou “EX-CEO”, diretora financeira e contadora também, respectivamente.
Ex-CEO e ex-presidente da Unimed viram réus por estelionato em MT











