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Nova fábrica na Penitenciária Feminina de Cuiabá vai produzir uniformes escolares e gerar 120 empregos


O sistema prisional de Mato Grosso deu um passo importante na política de ressocialização com a inauguração de uma moderna fábrica e oficina-escola de costura. Localizada na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá, a unidade recebeu um investimento de R$ 6,8 milhões em infraestrutura e equipamentos de ponta.

A iniciativa, viabilizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e pela Fundação Nova Chance, tem como objetivo principal a reinserção social de mulheres privadas de liberdade por meio do trabalho remunerado e da capacitação técnica em Mato Grosso.

Capacidade produtiva e qualificação

A nova oficina conta com 91 máquinas de costura e oferece, inicialmente, 120 vagas de trabalho. As internas cumprirão uma jornada de oito horas diárias e serão responsáveis pela confecção de uniformes para a rede estadual de ensino, integrando o sistema prisional diretamente às demandas da educação pública.

Para garantir a qualidade da produção, o Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) realizou a formação inicial das custodiadas. Atualmente, 20 mulheres já atuam como multiplicadoras de conhecimento dentro da unidade, auxiliando as demais colegas no domínio das técnicas de corte e costura industrial.

Ressocialização e Dignidade

Segundo a diretora da unidade, Keily Marques, o projeto busca reduzir as vulnerabilidades e ampliar as oportunidades para as mulheres após o cumprimento de suas penas. “O investimento representa uma política pública de impacto social direto, reforçando que oportunidades estruturadas são fundamentais para a reconstrução de trajetórias”, destacou.

A administração prisional estima que o projeto consiga atender mais de 50% da população carcerária da unidade. Além do salário, as internas beneficiadas garantem a remição de pena — onde a cada três dias trabalhados, um dia é subtraído da condenação total — conforme previsto na Lei de Execução Penal.

Foco na autonomia feminina

Um diferencial da unidade é que a maior parte do quadro funcional é composta por mulheres, que coordenam desde a segurança até a execução das políticas de ressocialização. O ambiente de trabalho na fábrica busca simular a rotina do mercado externo, preparando as profissionais para buscarem autonomia financeira e evitarem a reincidência criminal ao retornarem à liberdade.

A redação do CenárioMT acompanha os projetos de ressocialização que geram economia para os cofres públicos no estado. Você concorda que o trabalho remunerado dentro dos presídios é a melhor forma de preparar o detento para o retorno à sociedade? Deixe sua opinião nos comentários.

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