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Hotel atacado com Trump é o mesmo onde ex-presidente Reagen sofreu atentado


45 anos, o então presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, foi alvo de um atentado a tiros ao deixar o mesmo hotel do qual o presidente Donald Trump precisou ser retirado às pressas de um evento neste sábado (25).

Na noite de ontem, Trump participava do Jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca quando um homem, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, abriu fogo no hotel Washington Hilton.

Segundo informações do chefe do departamento de polícia do Distrito de Columbia, Allen estava hospedado no local. Até o momento, não está claro o motivo do tiroteio.

Em 30 de março de 1981, Reagan deixava o hotel Hilton após discursar para 5.000 membros da AFL-CIO (Federação Americana do Trabalho e Congresso de Organizações Industriais, em tradução livre), quando foi alvo de um atentado.

John Hinckley Jr. disparou diversos tiros de um revólver calibre 22 contra o presidente e sua equipe de segurança. A bala atingiu Reagan abaixo da axila esquerda e o fez ficar internado por doze dias antes de poder retomar sua agenda na Casa Branca.

Além do mandatário, também foram feridos o secretário de imprensa James Brady — que ficou com deficiências permanentes após o ocorrido —, o agente do Serviço Secreto Timothy McCarthy e o policial Thomas Delahanty.

Hinckley foi plenamente libertado das restrições de liberdade em 2022. Ele recebeu liberdade condicional em tempo integral em 2016, após 30 anos em um hospital psiquiátrico em Washington, e viveu com sua mãe na Virgínia até a morte dela, em 2021.

Um júri o considerou inocente por motivo de insanidade em seu julgamento de 1982, levando o Congresso e alguns estados a aprovar leis restringindo o uso da insanidade como defesa.

Em setembro de 2021, o juiz distrital dos EUA Paul Friedman decidiu que Hinckley estava “mentalmente estável”, cumpriu os termos de sua libertação condicional, que limitou suas viagens e uso da internet, e que ele deveria receber libertação incondicional.

Os médicos que examinaram Hinckley disseram ao tribunal que o risco de ele cometer violência era remoto, e os promotores federais concordaram.

*Com informações da CNN e da Reuters



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