Conforme o processo, o pastor afirma que atua há décadas na igreja e que, no fim de 2025, foi obrigado a confessar uma traição contra a esposa a outras lideranças da comunidade. Após isso, a instituição determinou que ele se afastasse por seis meses para tratamento espiritual e psicológico, em local indicado pela diretoria. O pastor alega que isso viola “sua liberdade pessoal e o direito de escolha quanto ao tratamento médico”.

