A suspensão havia sido pedida pela empresa Engenharia de Materiais Ltda. (Engemat), que questionou critérios de escolha da licitação. No entanto, a MTPar explicou ao Tribunal que, mesmo se todos os documentos fossem revisados, a Engemat continuaria em segundo lugar, atrás da primeira colocada, a empresa Encomind. Por isso, o conselheiro considerou que a interrupção do processo não teria utilidade prática para a reclamante.
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