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Análise: Está cada vez mais provável um ataque dos Estados Unidos ao Irã


A analista Fernanda Magnotta avaliou, no CNN 360°, que está cada vez mais provável um ataque dos Estados Unidos ao Irã, porém com escopo limitado e objetivos específicos. Segundo a especialista, os sinais apontam para uma incursão militar americana que não deve seguir o formato de operações de longa duração ou invasão territorial.

“A gente vê cada vez mais provável um ataque dos Estados Unidos ao Irã, considerando então que os Estados Unidos não só estão escalando a retórica, como para além dessa coerção discursiva, nós temos a construção de uma estrutura militar que se consolida”, explicou Magnotta.

De acordo com a analista, a característica histórica do uso da força militar por Donald Trump indica um padrão de ações pontuais, e não de operações amplas. “O presidente Trump, desde o primeiro governo e agora no segundo ainda mais, ele é muito reticente no uso de força para operações de longa duração ou de perspectiva mais ilimitada. Então aquela ideia de invasão de território, ocupação, realização de guerras convencionais, não é algo que faz parte, em geral, da doutrina Trump”, destacou.

Ataque de escopo delimitado

Magnotta ressaltou que, embora os Estados Unidos se beneficiariam de uma eventual troca de regime no Irã e precisem de saídas substantivas para o programa nuclear iraniano, a administração americana atual tende a preferir ações militares pontuais. “É a imagem de um conflito iminente, de um ataque bastante possível e cada vez mais provável, mas sob circunstâncias limitadas, circunscritas a determinados espaços, tanto geográficos quanto temáticos“, afirmou.

Os objetivos de um possível ataque americano, segundo a analista, seriam principalmente dois: gerar dissuasão, impedindo o avanço de capacidades nucleares e ofensivas iranianas, e criar meios de elevar a pressão sobre negociações diplomáticas. “Não é um ataque irrestrito, amplo e geral, é um ataque conciso, circunscrito”, explicou.

A especialista alertou, no entanto, para o risco de escalada do conflito, mesmo com um ataque de escopo limitado. “Não é porque os Estados Unidos não desejam uma guerra de amplo alcance que, eventualmente, um ataque não possa desencadeá-la. Esse é o fator de risco, é o barril de pólvora. Pode ser que um ataque circunscrito, a depender das consequências, gere sim uma grande guerra que fuja ao controle”, concluíu Magnotta.



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