Veja as principais notícias no MODO STORIES
Brasileiro tem dificuldade em saber seus direitos, aponta pesquisa
Homem é preso em flagrante por tentativa de estupro em praia de SP
Toffoli suspende propaganda de Renan Santos na internet
IBGE divulga microdados do Censo com cuidados para preservar sigilo
Justiça concede prisão domiciliar a vendedora investigada por esquema de desvio de carros que movimentou R$ 50 milhões em MT
Politec procura familiares de homem de 32 anos assassinado em Nova Mutum
Dia do Bacon: qual é a origem do alimento queridinho das hamburguerias?
Anvisa aprova nova caneta emagrecedora à base de semaglutida
NOVA MUTUM CLIMA

Moraes determina prisão de réus do núcleo 4 da trama golpista


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (10) a prisão definitiva de sete condenados do Núcleo 4 da trama golpista ocorrida durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A medida foi determinada após o Supremo declarar o trânsito em julgado do processo, ou seja, o fim de possibilidade de apresentação de recursos.

O grupo foi condenado pela acusação de promover ações de desinformação para propagar notícias falsas sobre o processo eleitoral e ataques virtuais a instituições e autoridades, em 2022.

O mandado que autorizou as prisões foi enviado ao Exército, que prendeu, nesta manhã, o major da reserva Ângelo Martins Denicoli, o subtenente Giancarlo Gomes Rodrigues e o tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida.

O policial federal Marcelo Araújo Bormevet já estava preso preventivamente e passará a cumprir pena definitiva.

A execução da condenação contra Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, não foi cumprida. Ele é considerado foragido desde dezembro do ano passado, quando foi alvo de um mandado de prisão preventiva.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

O coronel do Exército Reginaldo Vieira de Abreu também não foi preso. Ele está nos Estados Unidos.

Ainda não há informações sobre o cumprimento da prisão do major da reserva Ailton Gonçalves Moraes Barros.

Defesa

Durante o julgamento do caso, ocorrido em outubro do ano passado, a defesa dos acusados defendeu a absolvição dos réus e argumentou que a acusação não descreveu atos criminosos que teriam sido cometidos.

 



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News