Veja as principais notícias no MODO STORIES
Médicos britânicos comparam perigos das redes sociais aos do tabagismo
MAIS INVESTIMENTO PARA OS MUNICÍPIOS DE MATO GROSSO  

O GovMT vai garantir apoi…
Pedido de vista adia votação da PEC do fim da escala 6X1
Um ano de Ancelotti: veja números do técnico com a Seleção Brasileira
Pivetta defende geração de empregos, menos impostos e empreendedorismo para reduzir dependência do Bolsa Família
007: First Light impressiona em otimização e gráficos no PC – Review técnica
Rio: PF faz operação para investigar crimes ligados ao Master
Búfalo que viralizou por semelhança com Donald Trump será sacrificado
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Moraes determina prisão de réus do núcleo 4 da trama golpista


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta sexta-feira (10) a prisão definitiva de sete condenados do Núcleo 4 da trama golpista ocorrida durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A medida foi determinada após o Supremo declarar o trânsito em julgado do processo, ou seja, o fim de possibilidade de apresentação de recursos.

O grupo foi condenado pela acusação de promover ações de desinformação para propagar notícias falsas sobre o processo eleitoral e ataques virtuais a instituições e autoridades, em 2022.

O mandado que autorizou as prisões foi enviado ao Exército, que prendeu, nesta manhã, o major da reserva Ângelo Martins Denicoli, o subtenente Giancarlo Gomes Rodrigues e o tenente-coronel Guilherme Marques de Almeida.

O policial federal Marcelo Araújo Bormevet já estava preso preventivamente e passará a cumprir pena definitiva.

A execução da condenação contra Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, não foi cumprida. Ele é considerado foragido desde dezembro do ano passado, quando foi alvo de um mandado de prisão preventiva.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

O coronel do Exército Reginaldo Vieira de Abreu também não foi preso. Ele está nos Estados Unidos.

Ainda não há informações sobre o cumprimento da prisão do major da reserva Ailton Gonçalves Moraes Barros.

Defesa

Durante o julgamento do caso, ocorrido em outubro do ano passado, a defesa dos acusados defendeu a absolvição dos réus e argumentou que a acusação não descreveu atos criminosos que teriam sido cometidos.

 



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News