Segundo o Ministerio Público de Rondônia (MP-RO), cerca de 30 mil cabeças de gado teriam sido comercializadas de forma irregular. O esquema funcionava por meio da simulação de operações comerciais, com a utilização de laranjas e propriedades rurais para dar aparência de legalidade a negócios que, na prática, não correspondiam à circulação real dos animais.

