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Dr. Kalil e especialistas detalham avanços no combate ao câncer de próstata


Os tratamentos contra o câncer de próstata têm avançado significativamente nos últimos anos, com novas abordagens que melhoram a eficácia e reduzem as sequelas para os pacientes. Entre os principais avanços estão as drogas inovadoras e as técnicas cirúrgicas minimamente invasivas.

De acordo com o oncologista Fernando Maluf, diversos tipos de medicamentos foram aprovados na última década para o tratamento do câncer. Entre eles estão as drogas radioativas, que entram no corpo e se ligam especificamente ao tumor, liberando doses letais de radiação diretamente nas células cancerígenas.

“São drogas que melhoram muito o controle da doença em fases já muito avançadas”, destacou Maluf em entrevista ao Dr. Roberto Kalil no CNN Sinais Vitais deste sábado (4). O oncologista falou também sobre drogas biológicas, que inibem a reconstituição do tumor após intervenções como cirurgia, radioterapia ou hormonioterapia.

Estas drogas, segundo Maluf, são especialmente eficazes em pacientes com certos marcadores que indicam fragilidade na capacidade de recomposição tumoral. A evolução da imunoterapia também tem apresentado resultados promissores, com anticorpos que auxiliam o sistema imunológico a combater o câncer.

Cirurgia robótica reduz sequelas

No campo cirúrgico, a tecnologia robótica tem revolucionado os procedimentos, especialmente em casos de câncer de próstata. A técnica utiliza pequenas incisões e uma plataforma robótica que proporciona imagem magnificada de 15 a 20 vezes.

“Você reproduz os movimentos da sua mão em um espeço miniatuarizado, com pinças articuladas, e que filtram o tremor do movimento. Isso te permite realizar uma cirurgia mais precisa”, comentou urologista Rafael Coelho.

Coelho destacou um estudo realizado na Universidade de São Paulo que comparou a cirurgia tradicional de próstata com a cirurgia robótica, demonstrando uma redução de quase duas vezes no risco de desenvolver incontinência urinária e aproximadamente 40% a 50% menos risco de disfunção erétil nos pacientes submetidos ao procedimento robótico.

“A cirurgia de próstata tradicional, a olho nu, não permitia a preservação adequada da musculatura e dos nervos que são importantes para a ereção e para o controle urinário”, afirmou o urologista, que concluiu que o objetivo atual dos tratamentos contra o câncer de próstata não é apenas curar a doença, mas fazê-lo com qualidade de vida.



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