Veja as principais notícias no MODO STORIES
Cuiabá atinge recorde de calor e se torna capital brasileira mais quente em 2026
Mão de obra vira gargalo para o avanço do agro brasileiro
Ataque israelense mata dois palestinos em Gaza, dizem autoridade
Defesa Civil reconhece situação de emergência em seis cidades do Sul
Anvisa aprova Yluméc, nova caneta de semaglutida da EMS para tratamento da diabetes tipo 2
Caixa paga Bolsa Família de agosto a beneficiários com NIS de final 0
Bolsas da Ásia fecham sem direção única com Shein e BYD no radar
Receita paga nesta segunda último lote de restituição do IR 2026
NOVA MUTUM CLIMA

Casos de influenza A continuam a crescer no Brasil, diz Fiocruz


O número de casos de influenza A permanece em crescimento no Brasil. De acordo com a nova edição do Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a maior parte dos estados das regiões Norte, Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste está em alerta por causa da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que representa risco ou alto risco com sinal de crescimento.

O boletim alerta que a influenza A, o vírus sincicial respiratório (VSR) e o rinovírus são as causas na maioria dessas ocorrências de SRAG e podem resultar em morte nos casos mais graves.

Conforme os registros do InfoGripe, divulgados nesta quarta-feira (1º), nas quatro últimas semanas epidemiológicas, 27,4% foram casos positivos de influenza A; 1,5% de influenza B; 17,7% de vírus sincicial respiratório; 45,3% de rinovírus; e 7,3% de Sars-CoV-2 (covid-19).

Nas anotações de óbitos em igual período, entre os registros positivos, houve a presença destes mesmos vírus com 36,9% de influenza A, de 2,5% influenza B, 5,9% de vírus sincicial respiratório, 30% de rinovírus e 25,6% de Sars-CoV-2 (Covid-19). “O estudo é referente à Semana Epidemiológica 12, período de 22 a 28 de março”, acrescentou a Fiocruz no texto de divulgação do Boletim.

Vacinação

Para os pesquisadores, diante desse quadro, a imunização contra a influenza se torna ainda mais necessária, o que pode ser facilitado pela Campanha Nacional de Vacinação, que teve início no sábado passado (28) nessas regiões onde vem sendo registrado o avanço dos casos.

A ação, que é realizada anualmente pelo Ministério da Saúde, com apoio de estados e municípios, continua até 30 de maio, e a população pode procurar a imunização gratuita nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

‐É fundamental que pessoas dos grupos prioritários, como idosos, crianças, pessoas com comorbidades e profissionais da saúde e da educação, estejam em dia com a vacina contra a influenza‑, afirmou a pesquisadora da Fiocruz Tatiana Portella.

Ela chama atenção ainda para a importância de as gestantes, a partir da 28ª semana, se vacinarem contra o VSR, para garantir proteção aos bebês desde o nascimento.

A pesquisadora recomendou também que as pessoas dos estados onde ocorrem evolução de SRAG usem máscaras em locais fechados e com maior aglomeração, principalmente as que integram os grupos de risco. Tatiana Portella ressaltou, ainda, a importância de manter a higiene, como lavar sempre as mãos.

“Em caso de sintomas de gripe ou resfriado, o ideal é manter o isolamento. Se isso não for possível, a orientação é sair de casa usando uma máscara de boa qualidade, como PFF2 ou N95”, sugeriu.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News