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Fiscalização encontra vigilantes sem salário e sem registro na Uerj em Cabo Frio




Uerj em Cabo Frio
Divulgação
Uma fiscalização do Ministério do Trabalho identificou vigilantes sem receber salários há pelo menos três meses e funcionários sem registro em empresas terceirizadas que prestam serviço no hospital da UERJ, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio.
A denúncia foi registrada no dia 4 de março, quando trabalhadores relataram o atraso nos pagamentos. Funcionários ouvidos pela reportagem afirmaram que ainda não receberam os salários referentes aos meses de novembro, dezembro e janeiro.
Segundo os relatos, a situação não estaria restrita apenas à unidade de Cabo Frio.
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No dia 9 de março, os auditores iniciaram a fiscalização e constataram que o contrato com a empresa denunciada já havia sido encerrado. Com isso, uma nova prestadora passou a assumir o serviço de vigilância.
Mesmo após a substituição, os fiscais identificaram novas irregularidades, como funcionários atuando sem registro em carteira e a ausência de exame médico admissional, exigido antes do início das atividades.
No dia 16 de março, durante a continuidade da ação, os auditores notificaram uma obra em andamento dentro do hospital, onde foram encontradas diversas irregularidades. Os responsáveis foram orientados a realizar adequações.
As empresas envolvidas foram autuadas. Já nesta segunda-feira (31), a fiscalização retornou ao local para verificar se as irregularidades foram corrigidas.
Segundo o auditor fiscal do trabalho Carlos Alberto, problemas relacionados ao exame admissional e registros foram resolvidos, mas irregularidades ligadas à obra seguem gerando preocupação.
Procurada, a UERJ informou que aplicou todas as medidas de sanção previstas em contrato contra a empresa que não efetuou o pagamento aos vigilantes, o que resultou na rescisão contratual.
A universidade afirmou ainda que há uma audiência marcada para tratar da regularização dos valores em aberto.
A instituição informou também que atuou para agilizar a contratação de uma nova empresa de vigilância, que iniciou as operações no dia 2 de março, com o objetivo de garantir a continuidade do serviço e a regularização dos pagamentos.
Segundo a UERJ, desde então, os salários estão sendo pagos em dia.
Sobre as irregularidades apontadas na obra, a universidade informou que não foi notificada até o momento.



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