Veja as principais notícias no MODO STORIES
Cuiabá lidera ranking de qualidade de vida em MT e fica entre as 10 melhores capitais
Quais são as melhores e piores capitais para viver em 2026? Veja ranking
Agentes autônomos de IA assumem o protagonismo na relação entre empresa e cliente em vez de chatbots
Temperatura ideal e ar limpo: veja os benefícios de manter o ar-condicionado higienizado
Como usar o FGTS para comprar um imóvel em 2026: veja o passo a passo
Vereador propõe construção de alojamentos para estudantes e profissionais da zona rural em Nova Mutum/MT
Always Ready 1 x 2 Mirassol: veja os melhores momentos pela Libertadores
Líder do agro, MT tem cidades entre as piores do país em qualidade de vida
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Dívida bruta do governo geral avança para 79,2% do PIB em fevereiro


A Dívida Bruta do Governo Geral – que compreende o governo federal, o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) e os governos estaduais e municipais –  avançou para 79,2% do PIB (R$10,2 trilhões).

É um aumento de 0,5 p.p. do PIB em relação ao mês anterior. O resultado consta no relatório “Estatísticas Fiscais” divulgado pelo BC (Banco Central) nesta terça-feira (31).

De acordo com o BC, a evolução no mês decorreu, principalmente, do efeito dos juros nominais apropriados (+0,7 p.p.), da emissão líquida de dívida (+0,1 p.p.), do efeito da valorização cambial (-0,1 p.p.) e da variação do PIB nominal (-0,3 p.p.).

No ano, o aumento de 0,6 p.p. do PIB resulta principalmente da incorporação de juros nominais (+1,6 p.p.), do crescimento do PIB nominal (-0,7 p.p.), do efeito da valorização cambial (-0,3 p.p.) e dos resgates líquidos de dívida (-0,1 p.p.).

Já a Dívida Líquida do Setor Público atingiu 65,5% do PIB (R$8,4 trilhões) em fevereiro. É uma alta de  elevando-se 0,6 p.p. do PIB no mês.

O BC informou que o resultado da Dívida Líquida do Setor Público refletiu, sobretudo, os impactos dos juros nominais apropriados (+0,7 p.p.), da valorização cambial de 1,5% no mês (+0,2 p.p.), do déficit primário (+0,1 p.p.), dos demais ajustes da dívida externa líquida (-0,2 p.p.) e do efeito da variação do PIB nominal (-0,2 p.p.).

Na comparação anual, a Dívida Líquida do Setor Público apresentou crescimento de 0,3 p.p. do PIB, refletindo, em especial, os impactos dos juros nominais (+1,2 p.p.), do efeito da valorização cambial acumulada de 6,4% (+0,7 p.p.), do superávit primário acumulado (-0,7 p.p.), do crescimento do PIB nominal (-0,6 p.p.) e dos demais ajustes da dívida externa líquida (-0,3 p.p.).

Setor público consolidado

O setor público consolidado – formado por União, Estados, municípios e estatais – foi deficitário em R$16,4 bilhões em fevereiro de 2026.

Veja a série histórica do setor público para fevereiro:

  • fevereiro de 2022: superávit de R$ 3,47 bilhões;
  • fevereiro de 2023: déficit de R$ 26,4 bilhões;
  • fevereiro de 2024: déficit de R$ 48,7 bilhões;
  • fevereiro de 2025: déficit de R$ 18,97 bilhões;
  • fevereiro de 2026: déficit de R$ 16,388 bilhões.

No mês, Governo Central e as empresas estatais registraram déficits. veja: 

  • Governo central:  déficit de de R$ 29,5 bilhões;
  • Estatais: déficit de R$ 568 milhões;
  • Governos regionais (estados e municípios): superávit de R$ 13,7 bilhões.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News