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Qualcomm: Setor de tecnologia quer cadeia mais horizontal e balanceada


A indústria de tecnologia está passando por uma profunda transformação em sua cadeia produtiva global, impulsionada por incertezas geopolíticas, incluindo os conflitos no Oriente Médio.

De acordo com Luiz Tonisi, presidente da Qualcomm para América Latina, o setor busca uma estrutura mais horizontal e balanceada geograficamente.

Desde 2021, com iniciativas como o SHIP Act nos Estados Unidos, grandes empresas de tecnologia têm promovido a diversificação da cadeia produtiva, migrando parte significativa da capacidade de fabricação para outros continentes.

“Grande parte dessa capacidade está sendo migrada para outros continentes como o próprio americano”, afirmou Tonisi, destacando que fabricantes como Samsung e TSMC já assumiram compromissos para estabelecer produção tanto na Europa quanto nos Estados Unidos.

Impacto nos preços ao consumidor

Esta reestruturação da indústria tem consequências diretas para os consumidores finais. Tonisi explicou que os preços dos componentes, especialmente memórias, estão aumentando significativamente devido à priorização da produção para data centers.

“Se eu posso fabricar memória para data center que tem um valor agregado muito alto, por que eu vou fabricar para devices onde o valor agregado é mais baixo?”, questionou.

Segundo ele, o preço da memória não está apenas subindo 10% ou 20%, mas “triplicando ou quadruplicando”, o que inevitavelmente será repassado ao consumidor final. Isto afeta particularmente smartphones de entrada, PCs e outros dispositivos IoT, estrangulando toda a cadeia produtiva.

O papel da América Latina

Quanto ao papel da América Latina neste cenário, Tonisi destacou que a região continuará sendo um importante mercado consumidor de smartphones, computadores e, cada vez mais, de serviços de data center. No entanto, novas oportunidades surgem com a evolução da inteligência artificial.

O executivo explicou que as aplicações de IA não ficarão restritas aos grandes data centers, mas serão distribuídas em dispositivos e servidores locais.

“Imagina o robô, para tomar uma ação ou dar uma resposta, ele não pode esperar uma resposta do data center”, exemplificou, ressaltando a importância do processamento local para aplicações críticas.

Esta tendência de processamento local de dados, segundo Tonisi, abre oportunidades para a região em diversos setores, como varejo, onde sistemas de IA podem analisar comportamentos de compra em tempo real.

“Todos esses são dados rodando para a IA que está sendo pego por uma câmara de forma local com um servidor de IA colocado dentro da loja”, concluiu.



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