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Coreia do Sul demonstra disposição em contribuir para reabrir Ormuz


A Coreia do Sul sinalizou disposição em participar dos esforços internacionais para garantir a passagem segura e livre pelo Estreito de Ormuz, informou o Ministério das Relações Exteriores do país.

A interrupção no Estreito está afetando diretamente o fornecimento de energia e a economia da Coreia do Sul, afirmou o Ministério, levando o país a impor um teto aos preços dos combustíveis e a priorizar a energia a carvão e nuclear em resposta.

“A participação na declaração conjunta é significativa para confirmar nossa disposição em contribuir com os esforços da comunidade internacional para garantir a passagem segura e livre no Estreito de Ormuz”, declarou o ministério em um comunicado divulgado neste sábado (21).

O Reino Unido, a França, a Alemanha, a Itália, os Países Baixos e o Japão divulgaram uma declaração conjunta sobre o Estreito, condenando os ataques do Irã a navios comerciais no Golfo e o fechamento do Estreito de Ormuz. Eles acrescentaram que estão prontos para contribuir com “esforços apropriados para garantir a passagem segura pelo Estreito”.

Bahrein e Canadá também expressaram disposição em se juntar ao grupo.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu aos aliados que enviassem navios de guerra e caça-minas para ajudar a garantir a segurança do Estreito de Ormuz, em uma tentativa de acalmar os mercados globais de petróleo, mas nenhum deles assumiu compromissos firmes até o momento. Posteriormente, ele criticou duramente os aliados da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) por não ajudarem os EUA e os chamou de “covardes” por não contribuírem para a segurança do Estreito.



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