Veja as principais notícias no MODO STORIES
Corpo de Bombeiros captura jararaca em residência no interior de MT
ROSSI NA BRONCA DA TORCIDA!

Após novas falhas do goleiro argentino, parte da t…
Alívio para Corinthians e Vasco pressionado: o resumo do dia de Brasileirão
Turismo em Mato Grosso avança com obras e crédito ao setor
Marcela Mc Gowan e Luiza Martins curtem lua de mel com outro casal; entenda
Mato Grosso no centro do esporte paralímpico brasileiro!

Cuiabá recebeu grandes…
Assembleia Legislativa firma parceria para banir o uso de mercúrio em garimpos da Baixada Cuiabana
Público jovem é o principal apoiador de Neymar na Seleção, aponta pesquisa
NOVA MUTUM CLIMA
Publicidade Nova Mutum

Irã usa crise econômica como estratégia de guerra contra EUA e Israel


O pesquisador do Núcleo de Estudos do Oriente Médio da UFF, Rodrigo Ayupe, defendeu que o Brasil deveria estabelecer um gabinete de crise para enfrentar os diversos problemas derivados do conflito no Oriente Médio. Em entrevista ao WW, o especialista analisou os desdobramentos da guerra e seus impactos econômicos globais.

Segundo Ayupe, desde o início do conflito, o Irã adotou uma estratégia clara de provocar uma crise econômica, reconhecendo sua incapacidade de competir militarmente com as forças dos Estados Unidos e Israel. “O Irã não tem capacidade militar para competir com as forças dos Estados Unidos e de Israel. Mas o Irã pensou muito bem, estrategicamente, que essa era a sua única saída”, explicou.

O especialista destacou que a estratégia iraniana inclui ameaças de bloqueio ao Estreito de Ormuz e ataques a instalações energéticas, tornando o país um protagonista na guerra econômica. “O Irã foi se tornando o protagonista nessa guerra econômica. O fato é que o Irã estava preparado para isso e Estados Unidos e Israel não estavam”, afirmou.

Resistência do regime iraniano

Apesar dos ataques coordenados por Estados Unidos e Israel, que resultaram na neutralização de diversas lideranças, incluindo o líder supremo Ali Khamenei, o regime iraniano não foi derrubado. Mojtaba Khamenei, filho do antigo líder, assumiu o poder e manteve a mesma estratégia, possivelmente de forma ainda mais intensa.

Ayupe ressaltou que o Irã já obteve certa vitória nesse sentido, pois a crise econômica que pretendia provocar já começou a se manifestar desde o início do conflito. Os ataques iranianos passaram de bases militares americanas para instalações de energia, ampliando seu impacto econômico global.

A análise do especialista sugere que o Brasil precisa se preparar adequadamente para os efeitos colaterais desse conflito, que podem incluir instabilidade nos preços de combustíveis, interrupções nas cadeias de suprimentos e outros impactos econômicos que afetariam diretamente o país.



Source link

Publicidade Publicidade Alerta Mutum News

Related Post

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Logo Alerta Mutum News