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Por que alguns cérebros não conseguem superar a perda


O núcleo accumbens se encontra na região subcortical do cérebro e libera dopamina quando antecipamos ou recebemos uma recompensa (comida, dinheiro, interação social). No luto prolongado, ele continua a atuar intensamente quando a pessoa vê fotos ou se lembra do morto. Isso gera um estado de anseio por uma “recompensa” (a presença do outro) que não pode mais ser obtida, mantendo o indivíduo preso em um ciclo de dor. Localizado logo acima dos olhos, o córtex orbitofrontal (COF) é responsável por tomar decisões baseadas no valor das coisas, ajudando o cérebro a ajustar o comportamento quando as recompensas mudam. Se o COF não consegue atualizar a informação de que aquela pessoa não está mais disponível, contribui para a ideia de que a existência perdeu o sentido.



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